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Como usar informações do mercado imobiliário para vender seu imóvel?

8 MINUTOS DE LEITURA

Saiba como as taxas de crédito imobiliário, preços médios de venda e matrículas de imóveis podem ajudar a fazer um bom negócio.

Vender um imóvel é uma tarefa potencialmente desafiadora. São tantas informações que é preciso ter atenção e planejamento para pisar firme. E é possível usar dados de fácil acesso para esclarecer seu caminho rumo a uma precificação sólida e uma venda mais rápida.

Ao longo deste post, você aprende mais sobre:

  • Como analisar o mercado imobiliário para entender seu momento
  • Como comparar apartamentos e preços na região 
  • Como o algoritmo de precificação da Loft pode ajudar

Como a performance do mercado imobiliário pode ajudar na negociação?

A procura por imóveis e as condições de pagamento oferecidas pelos compradores são diretamente impactadas pelo momento econômico nacional. E há tantas nuances isso não quer dizer, necessariamente, que quando há uma crise econômica no país como um todo o mercado imobiliário também vai mal. Pode ocorrer justamente o contrário.

Em 2020, por exemplo, houve recordes de vendas imobiliárias em diversas cidades, recordes de financiamento imobiliário e recordes de licenças municipais para construções em São Paulo. Mesmo em meio à pandemia, o mercado imobiliário mostrou-se forte em sua recuperação desde a última crise, iniciada em 2015. 

Leia também: Por que o mercado imobiliário tem reagido tão bem à pandemia?

Um grande ingrediente desse boom é as taxas de juros historicamente baixas para crédito imobiliário, tornando este um momento atraente para fechar negócio entre quem já tinha planos de comprar um imóvel antes da chegada do coronavírus. Em 2020, foram mais de R$ 124 bilhões financiados (alta de 58% em relação a 2019) e 426,8 mil unidades vendidas.

Além disso, desde maio passado há a possibilidade de fazer a portabilidade de um financiamento, alimentando uma competitividade entre os bancos que veio para ficar. 

Dito isso, quais são bons dados para acompanhar?

Números como preço médio de venda residencial, taxa de juros de financiamentos imobiliários e volume de financiamentos imobiliários vão ajudá-lo a entender se o mercado está “quente” ou “frio”. 

Se estiver quente, as negociações estão mais a favor do vendedor porque há mais compradores no mercado. Se estiver frio, é interessante calcular novas margens de lucro e ser mais flexível para fisgar um bom comprador quando ele aparecer.

Uma forma de acompanhar esse tema é buscar novidades sobre o mercado imobiliário nos principais veículos de imprensa nos primeiros dias de cada mês

As informações sobre a performance do mercado no mês anterior – que vêm de organizações como FipeZap, Sindicato da Habitação e o próprio Banco Central – já terão se tornado artigos e frequentemente virão com análises. 

Para quem quiser análises mais profundas, vale pesquisar em veículos mais ligados ao mercado financeiro. 

Para saber mais: As expectativas para o mercado imobiliário para 2021

Como fazer comparativos com apartamentos similares na região

É sabido que precificar seu imóvel por conta própria, sem levar em conta a realidade do mercado de compra e venda ao seu redor, costuma resultar em preços bastante superiores ao preço real. 

É essa diferença que acaba se mostrando entre o preço anunciado e o preço final de venda. Dados da Loft apontam que, em São Paulo, essa diferença média é 17%, mas pode ser muito superior a depender do bairro. E o processo para chegar até lá, depois de começar com um preço elevado demais, pode ser bastante desgastante. 

Entenda preço real como aquele que está alinhado com a oferta e demanda daquela região, naquele momento. É ele que estará na mente dos compradores, que pesquisam vários imóveis parecidos em regiões similares.

Na prática, se um comprador está vendo vários apartamentos de um quarto por cerca de R$ 500 mil em Perdizes, um apartamento desse tipo que custe muito mais que isso vai chamar a atenção como algo fora do padrão – e provavelmente não vai ser considerado, certo?

Faça sua própria pesquisa

A principal dica de especialistas é comparar preços na região. Invista em sua própria pesquisa ao sair perguntando pelo bairro qual o preço anunciado de imóveis à venda parecidos com o seu (em termos de tamanho, planta, localização, etc.).

Para se organizar, considere fazer uma planilha com essas informações. Assim você terá uma base importante de precificação e pode partir dali para agregar valor a melhorias e diferenciais (quem sabe se houver uma suíte ou uma cozinha integrada à sala) e criar preços mais competitivos (se seu imóvel precisar de reparos, por exemplo). 

Como estudar o histórico de compras e vendas da sua unidade ou similares

A matrícula do imóvel funciona como espécie de CPF imobiliário: todas as informações, desde sua construção, estão ali. Isso inclui descrição da planta e histórico de vendas, com datas, preços e outros dados relevantes.  

E apesar de existir um número atrelado, você também pode consultar uma matrícula de imóvel ao fornecer o endereço completo no Cartório Regional de Imóveis da área – e não precisa ser o proprietário para isso.

Essa é mais uma forma de balizar seus preços, ter acesso aos dados reais de compra na região e tomar uma decisão com base em dados transparentes.

Assim, você pode obter informações de venda de outros imóveis no seu mesmo prédio, por exemplo. Vendas mais recentes são informações melhores, mas você pode levar em conta o ano de venda, pesquisar se era um mercado em alta ou em baixa na época, ajustar valores pela inflação e por aí vai. 

Como a precificação sugerida pela Loft funciona? 

Sabe esse trabalho que você faria manualmente ao comparar imóveis e dados de matrículas? Pois é, o algoritmo de precificação da Loft faz isso por você!

Funciona da seguinte maneira: a Loft adquire as informações de todas as matrículas nos bairros em que atua (atualmente, bairros em São Paulo e no Rio de Janeiro) e cruza esses dados em seu algoritmo, que utiliza inteligência artificial para processá-los. 

Dessa forma, a Loft consegue sugerir uma faixa de preço alinhada com a realidade do mercado em pouquíssimo tempo

O acesso à ferramenta é gratuito e sem compromisso: é só responder algumas perguntas online sobre o imóvel e aguardar o valor.

Uma vez que você decida seguir em frente e vender seu imóvel com a Loft, você prossegue com o cadastro e pode acatar (ou não) essa precificação sugerida. 

Leia também: Passo a passo para cadastrar seu apartamento na Loft

Como a Loft pode ajudar você a fazer uma boa venda

A Loft surgiu para descomplicar o processo de compra e venda de imóveis e torná-lo mais simples para todas as partes: vendedor, comprador e corretor de imóveis.

Para o vendedor, ela oferece o apoio de um time especializado. Através de seu serviço de Compra e Venda Segura, a Loft cuida de toda a avaliação documental, redige os contratos e intermedia pagamentos de sinal, entrada e multa (somente quando há, claro!), além de estar disponível para tirar dúvidas.

Além disso, há o algoritmo de precificação (citado acima) e o kit completo de divulgação, que inclui fotos profissionais, descrição do apartamento e página exclusiva no site. Para gerir seu anúncio e as visitas, o proprietário tem acesso ao Painel de Vendas.

Para proprietários que querem antecipar valor da venda, a Loft oferece assessoria para obter Crédito com Garantia

E mais: para quem topa trocar um imóvel por outro como forma de pagamento, há a opção de permuta de imóveis!

Qual o tempo de venda na Loft?

Mais de 1,5 milhão de pessoas visitam o site da Loft todos os meses e há mais de 20 mil corretores de imóveis e 300 imobiliárias parceiros, aumentando a exposição e acelerando o negócio. 

E o que isso quer dizer na prática? Um proprietário leva, em média, 16 meses para vender seu imóvel no Brasil. E a Loft é até 10 vezes mais rápida!

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